Depois de confirmar a participação em uma feira e contratar o espaço, uma das próximas decisões é definir como será o stand.
Entre as possibilidades estão o stand padrão oferecido pela organização da feira e o desenvolvimento de um projeto personalizado. Em alguns eventos, também é possível partir da estrutura padrão e fazer adaptações de acordo com as necessidades do expositor.
Mas qual opção escolher?
A resposta depende do objetivo da participação, da forma como o espaço será utilizado, da metragem, do que será exposto, do investimento disponível e da importância daquele evento dentro da estratégia da empresa.
Antes de decidir, vale entender melhor as diferenças.
O que é um stand padrão?
O stand padrão utiliza um modelo de montagem previamente definido pela feira ou pela empresa responsável pela montagem.
Normalmente, existe uma configuração de estrutura, piso, iluminação, comunicação visual e mobiliário que pode variar conforme o pacote contratado e as regras de cada evento.
Uma das principais características desse formato é a praticidade.
Como boa parte da estrutura já está definida, o expositor precisa tomar menos decisões sobre projeto e produção. Isso pode ser interessante para empresas que participam de uma feira com um espaço menor, têm uma necessidade mais simples ou querem concentrar o investimento em outras frentes da participação.
Mas “padrão” não significa necessariamente que todos os stands precisam ficar iguais.
Dependendo da feira e das regras de montagem, é possível trabalhar a identidade da empresa e acrescentar elementos ao espaço.
É possível personalizar um stand padrão?
Em muitos casos, sim.
Essa pode ser uma alternativa interessante para quem não precisa desenvolver um projeto totalmente personalizado, mas quer adaptar a estrutura para atender melhor à sua operação.
As possibilidades dependem do modelo oferecido e das normas da feira, mas podem incluir, por exemplo:
- comunicação visual personalizada;
- testeira diferenciada;
- vitrines;
- prateleiras;
- balcões;
- depósito;
- mobiliário;
- TV ou outros recursos audiovisuais;
- espaços para exposição de produtos.
Antes de planejar qualquer alteração, é importante verificar o que a organização permite modificar na estrutura padrão.
Essa solução intermediária pode funcionar muito bem quando o expositor precisa de praticidade, mas ainda quer incorporar algumas necessidades específicas ao espaço.
O que é um stand personalizado?
No stand personalizado, o projeto é desenvolvido a partir das necessidades do expositor e das características do espaço contratado.
Em vez de partir de uma configuração previamente definida, o trabalho começa com um briefing.
Qual é o objetivo da empresa naquela feira? O que será apresentado? Quantas pessoas trabalharão no stand? Será necessário receber clientes para reuniões? Haverá produtos, equipamentos ou máquinas expostos? É preciso ter copa, depósito, vitrines, bar ou áreas reservadas?
A partir dessas informações, é possível desenvolver um layout específico e definir arquitetura, materiais, comunicação visual, iluminação, mobiliário e recursos necessários para aquele projeto.
Isso amplia as possibilidades de criação, mas também exige mais planejamento, prazo para desenvolvimento e uma produção mais detalhada.
Quais são as principais diferenças entre stand padrão e personalizado?
A diferença não está apenas na aparência.
Ela está principalmente no nível de liberdade que existe para desenvolver o espaço.
No stand padrão, boa parte das características da estrutura já está definida. O trabalho de personalização acontece dentro dessas condições.
No stand personalizado, o espaço pode ser pensado desde o início considerando a marca, os objetivos da participação e tudo o que precisa acontecer dentro dele.
Isso influencia layout, circulação, exposição de produtos, áreas de atendimento, armazenamento, iluminação e presença visual dentro do pavilhão.
Por isso, a escolha deve começar pela necessidade do projeto e não apenas pela comparação estética entre os dois formatos.
Quando um stand padrão pode fazer sentido?
Um stand padrão pode ser uma boa escolha quando a empresa precisa de uma estrutura mais simples e funcional para participar da feira.
Pode fazer sentido, por exemplo, quando:
- a metragem contratada é pequena;
- a operação dentro do stand será simples;
- haverá poucos produtos ou materiais expostos;
- o principal objetivo é ter um ponto de presença e atendimento;
- o orçamento destinado à estrutura é mais enxuto;
- o expositor precisa de uma solução mais prática;
- não há necessidade de uma arquitetura exclusiva.
Também pode ser uma alternativa para empresas que participam de várias feiras ao longo do ano e precisam avaliar de forma diferente o investimento destinado a cada evento.
Nem toda feira precisa receber o mesmo tipo de estrutura.
Quando vale investir em um stand personalizado?
O stand personalizado começa a fazer mais sentido quando o espaço tem um papel importante na estratégia de participação.
Isso acontece quando a empresa precisa criar uma estrutura específica para receber clientes, apresentar produtos, realizar demonstrações, promover reuniões ou trabalhar sua presença de marca de uma forma mais particular.
Também pode ser necessário quando existem demandas que uma estrutura padrão não consegue atender bem.
É o caso de projetos com:
- equipamentos ou peças de grande porte;
- vitrines especiais;
- salas de reunião;
- áreas de hospitalidade;
- bares ou espaços para catering;
- grandes painéis de LED;
- ativações;
- cenografia;
- diferentes ambientes dentro do mesmo stand;
- necessidades específicas de circulação ou exposição.
Nesses casos, desenvolver o espaço desde o início permite incorporar essas necessidades ao próprio projeto.
Um stand personalizado precisa ser grande?
Não.
Metragem e nível de personalização são coisas diferentes.
Um stand menor pode ter um projeto totalmente personalizado, assim como um espaço maior pode utilizar uma solução mais simples.
O que determina a necessidade de personalização é principalmente o que a empresa pretende fazer naquele espaço.
Em uma metragem reduzida, inclusive, um projeto bem planejado pode ser importante para aproveitar melhor cada área disponível.
Depósito, balcão, exposição de produtos e circulação precisam dividir poucos metros quadrados. O layout passa a ter um papel ainda mais importante.
E o orçamento?
Naturalmente, o investimento é um dos fatores da decisão.
Mas comparar apenas “stand padrão versus stand personalizado” sem considerar o escopo pode levar a uma análise incompleta.
Um stand padrão pode receber adicionais de mobiliário, comunicação visual, equipamentos e adaptações. Um personalizado pode variar bastante de preço dependendo dos materiais, acabamentos, estruturas e recursos escolhidos.
Por isso, antes de decidir, vale definir o que realmente precisa existir no espaço.
A partir daí, fica mais fácil avaliar quais alternativas atendem ao projeto e qual delas faz mais sentido dentro do orçamento disponível.
Pense também no que acontece durante a feira
Uma decisão comum é avaliar o stand principalmente pela imagem do projeto.
Mas o espaço precisa funcionar durante todos os dias do evento.
Imagine a rotina.
Onde ficarão os materiais da equipe? Há espaço para guardar bolsas e mochilas? Onde serão armazenados brindes? Se houver café ou catering, existe uma área adequada para apoio e reposição? Os visitantes conseguem circular? Há espaço suficiente para conversar com um cliente sem bloquear a entrada?
Se houver produtos expostos, eles estarão visíveis e acessíveis?
Essas perguntas ajudam a entender se uma estrutura padrão atende bem ou se o projeto precisa de um nível maior de personalização.
O objetivo da feira também deve entrar nessa decisão
Nem todos os eventos têm a mesma importância para uma empresa.
Pode existir uma feira estratégica para lançamento de um produto, outra voltada principalmente ao relacionamento com clientes e uma terceira em que o objetivo seja apenas manter presença no mercado.
A solução de stand não precisa ser igual nas três.
Em uma feira estratégica, talvez faça sentido concentrar um investimento maior em arquitetura, comunicação e experiência.
Em outra participação, um stand padrão bem organizado e com boa comunicação visual pode cumprir perfeitamente seu papel.
Avaliar cada evento individualmente ajuda a direcionar melhor o orçamento destinado às feiras ao longo do ano.
Stand padrão ou personalizado: qual é melhor?
Nenhum dos dois é melhor em todas as situações.
O melhor stand é aquele que atende ao objetivo da empresa naquela feira, funciona bem durante o evento e cabe no planejamento disponível.
Antes de escolher, responda:
- Qual é o objetivo da nossa participação?
- Quanto espaço contratamos?
- O que precisa acontecer dentro do stand?
- Quais produtos ou equipamentos serão expostos?
- Quantas pessoas trabalharão no espaço?
- Precisamos receber clientes para reuniões?
- Haverá catering ou alguma ativação?
- Precisamos de depósito, copa ou áreas reservadas?
- Qual é o orçamento disponível?
- Qual é o prazo até a feira?
Com essas informações, fica muito mais fácil entender se a estrutura padrão atende, se vale fazer algumas adaptações ou se o projeto deve ser desenvolvido de forma personalizada.
Vai expor em uma feira?
Na AG+, trabalhamos com projetos de diferentes formatos e tamanhos, desde stands padrão com adaptações até projetos personalizados desenvolvidos de acordo com as necessidades de cada expositor.
Além do stand, também podemos cuidar de outras frentes da participação na feira, como catering, staff, brindes, comunicação e cobertura de foto e vídeo.
Se sua empresa já tem uma feira programada, envie o nome do evento, a metragem contratada e o que vocês precisam para o espaço.
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